quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Geopolitica

CONTINENTE EUROPEU - GEOPOLITICA

No continente europeu estão presentes a maioria dos países desenvolvidos do planeta. O núcleo econômico do G-8 (Grupo dos oito países mais desenvolvidos do mundo) está concentrado nessa á- rea. Alemanha País localizado na parte Centro-Norte do continente. Derrotado na II Guerra Mundial, foi dividido em quatro grandes área na Conferência de Potsdam. Nessa conferência, as quatro grandes potência vencedoras (Estados Unidos, França, Reino Unido e UniãoSoviética) dividiram a Alemanha arrasada pela guerra em quatro grandes áreas, contudo, em função da guerra, a França e o Reino Unido estavam destruídos, eles não tinham dinheiro para manter as suas partes da Alemanha e cederam-nas para os Estados Unidos, seu aliado. Posteriormente os Estados Unidos criaram
a RFA (República Federativa Alemã - capitalista), e a União Soviética criou a RDA (República Democrática Alemã – socialista). Em seguida, para dividir Berlim, foi criado o Muro em 13/10/1961 (uma noite), para dividir a parte capitalista da Socialista. Em 09/11/1989, o muro foi derrubado e, logo depois, em 03/10/1990, foi concretizada a reunificação do país. Crescimento Pós-II Guerra Mundial Após a II Guerra Mundial, a indústria Alemã estava arrasada, contudo, nos anos seguintes, esse pa- ís apresentou um rápido crescimento industrial e econômico, determinado pelos seguintes fatores:  Ajuda econômica americana através do plano Marshall;  Presença de grandes reservas de recursos minerais, destacando o carvão, no vale do Rio Ruhr;  Ampliação do mercado consumidor;  Abundância e qualidade da mão-de-obra;  Entrada no Mercado Comum Europeu (MCE). Com a fragmentação da União Soviética, a Alemanha atualmente representa a terceira maior potência econômica do mundo, sendo um dos pilares centrais da União Européia. França A França é um país banhado pelo Mar Mediterrâneo. É um país desenvolvido, de grande destaque industrial e energético, em razão de se caracterizar como o país que mais utiliza energia nuclear. Atualmente o país tenta combater a onda de xenofobismo (aversão à presença de estrangeiros no país) que assola a nação. O ódio racial associado a problemas econômicos, como o desemprego, são fatores que têm dificultado essa missão. Reino Unido A Grã-Bretanha é uma ilha composta pela Inglaterra, País de Gales e Escócia. Juntamente com a Irlanda do Norte, formam o Reino Unido da Grã- Bretanha. Esse país localiza-se na parte Noroeste da Europa e possui como estrutura política a monarquia parlamentarista, sendo a rainha a representante do Estado e o 1º ministro o representante do governo. O Reino Unido é um país que possui uma ótima relação com os Estados Unidos. Itália A Itália localiza-se na Europa meridional, é um país banhado pelo mar mediterrâneo e possui duas grandes ilhas: a Sardenha e a Sicília. A Itália possui uma divisão espacial baseada nos aspectos econômicos. A parte norte do país é amplamente desenvolvida, apresentando um ótimo parque industrial; já a parte sul apresenta graves problemas socioeconômicos, elevado desemprego e presença direta do crime organizado.
Rússia É um país que possui terras em dois continentes – Ásia e Europa. Embora não seja uma potência econômica, foi enquadrada no G-8 em razão do seu poderio militar concentrado (segundo do mundo, só perdendo para os Estados Unidos). Esse país possui problemas semelhantes ao Brasil que se refere às condições sociais e econômicas.




PROBLEMAS MIGRATÓRIOS NA EUROPA


Devido ao elevado padrão de vida, a Europa é um dos continentes que mais recebe pedidos de refúgio político ou econômico. Em 2001, registrou-se na União Européia um total de 366.269 pedidos de asilo.

Alemanha: Principal país receptor de imigrantes desde o final da 2 Guerra Mundial, esse país possui cerca de 7,3 milhões de imigrantes, que correspondem a 9% de sua população total. Os imigrantes são principalmente de origem turca e estima-se que o país abriga 1 milhão de estrangeiros em situação irregular.

Áustria:
 Com 9,8% de sua população constituída por estrangeiros, a Áustria viu crescer nos últimos anos os partidos de direita, contrários a forte entrada de estrangeiros. Recentemente, o país aprovou uma lei que obriga todos os imigrantes oriundos de países não comunitários (que não pertencem a UE) a aprenderem o alemão.

Bélgica:
 Os imigrantes são principalmente oriundos do leste europeu, e correspondem a 8,3% da população total desse país. Estima-se entre 50 mil e 75 mil o número de estrangeiros clandestinos.

Dinamarca:
 No ano 2000 os imigrantes correspondiam a aproximadamente 4,8% da população.

Espanha:
 com cerca de 1,3 milhão de imigrantes, esse país apresentou grande crescimento imigratório. Em 1992 cerca de 1,9% da população total era de estrangeiros passando para 4,7% em 2002. Muitos desses imigrantes são de antigas colônias como Equador, Colômbia, Peru, Rep. Dominicana e Filipinas, como também muitos chegam de Marrocos, China e Romênia.

Finlândia:
 Cerca de 1,7% da população é de imigrantes, sendo majoritariamente originária dos países da ex-União Soviética.

França: Sua população imigrante é composta principalmente por mulçumanos do norte da África, nascidos em países como Marrocos, Argélia e Tunísia, perfazendo hoje 5,6% de seus habitantes. Os imigrantes clandestinos estão sendo gradativamente expulsos, sendo que em 1997 os franceses deportaram cerca de 7 mil imigrantes.

Grã Bretanha:
 4% da população é de imigrantes, sendo que 39% destes são originários de países da União Européia. Também o país tem expressiva presença de asiáticos, destacando-se entre eles os originários do Bangladesh, Paquistão e Índia.

Holanda: No ano 2000 os imigrantes correspondiam a 4,1% da população.

Irlanda: Os imigrantes são responsáveis por metade do crescimento demográfico. O governo, preocupado com o processo de “estrangeirização”, vem limitando significativamente o acesso à naturalização pedida por imigrantes.

Itália: Cerca 2,2% da população é de imigrantes, com o país aumentando o número de repatriados nos últimos anos. Em 2000 o número de imigrantes que se fixou na Itália aumentou cerca de 13,8%.


CRISE NA ZONA DO EURO

A Europa, sempre lembrada como uma região de altíssimo desenvolvimento econômico e bem-estar social, agora tem sua imagem associada a turbulências de mercado. Entenda como o descontrole das contas públicas e as particularidades políticas do continente conduziram a zona do euro a uma crise financeira que levará anos para ser totalmente superada.
A formação de uma crise financeira na zona do euro deu-se, fundamentalmente, por problemas fiscais. Alguns países, como a Grécia, gastaram mais dinheiro do conseguiram arrecadar por meio de impostos nos últimos anos. Para se financiar, passaram a acumular dívidas. Assim, a relação do endividamento sobre PIB de muitas nações do continente ultrapassou significativamente o limite de 60% estabelecido no Tratado de Maastricht, de 1992, que criou a zona do euro. No caso da economia grega, exemplo mais grave de descontrole das contas públicas, a razão dívida/PIB é mais que o dobro deste limite. A desconfiança de que os governos da região teriam dificuldade para honrar suas dívidas fez com que os investidores passassem a temer possuir ações, bem como títulos públicos e privados europeus.



http://www.passeiweb.com/estudos/sala_de_aula/atualidades/entenda_a_crise_do_euro

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